Para preencher a vacuidade obscura da noite,
Recolho-me no silêncio de minha'lma;
Onde a paz perpetua-se tão livre quanto o vazio
deste céu de nuvens negras sem estrelas.
O meu simples olhar errante me confunde;
Ante a imagem que vejo, em face daquilo que desejo
e conheço, mergulho-me nas lembranças que minha
natureza guardou de memórias pretéritas do
tempo em que o templo celestial enfeitava meu teto:
- Eu era guiado pelas estrelas. Mas, hoje, sou apenas
um vagalume no espaço a vagar [...]

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